Inutilização Física da Mídia
A destruição física altera o dispositivo de forma que o HD deixe de ser utilizável em sua função original, sendo uma opção para mídias que não serão reutilizadas.
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HDs retirados de servidores, desktops, storages e outros equipamentos corporativos podem continuar armazenando informações mesmo depois de deixarem de ser utilizados. Quando a reutilização da mídia não está prevista, a destruição física do HD pode ser adotada para inutilizar o dispositivo e reduzir o risco de acesso posterior aos dados armazenados.
A destruição física altera o dispositivo de forma que o HD deixe de ser utilizável em sua função original, sendo uma opção para mídias que não serão reutilizadas.
Conforme o escopo da operação, os HDs podem ser identificados por informações como fabricante, modelo, número de série ou patrimônio antes da execução do procedimento.
Conforme o serviço contratado, a operação pode incluir inventário das mídias, registros da execução e documentos relacionados às etapas realizadas.
Após a inutilização física, os materiais resultantes seguem para a destinação prevista conforme as características e o escopo da operação.
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Em operações de destruição física de HDs, a cadeia de custódia permite registrar a movimentação das mídias desde as etapas previstas para coleta ou recebimento até o tratamento e a destinação. Conforme o escopo contratado, os discos rígidos podem ser identificados e associados aos registros da operação.
Conforme o escopo da operação, os discos podem ser identificados por informações como fabricante, modelo, número de série ou patrimônio, facilitando o controle das mídias.
Os dados de identificação podem compor um inventário dos HDs, permitindo relacionar as mídias ao lote e às etapas realizadas durante a operação.
Conforme as características do projeto, podem ser registrados eventos relacionados à movimentação, recebimento, tratamento e destinação das mídias ao longo da operação.
Os registros previstos para o serviço podem documentar a execução da destruição física dos HDs e relacioná-la às mídias identificadas no lote.
Conforme o serviço contratado, podem ser disponibilizados inventários, registros da execução e outros documentos relacionados às etapas realizadas na operação.
A documentação aplicável ao projeto pode incluir registros relacionados à destinação dos materiais resultantes após a inutilização física das mídias.
A estrutura documental é definida conforme as características do lote e o escopo contratado, permitindo à empresa manter registros sobre os HDs encaminhados para destruição física e as etapas realizadas durante a operação.
A destruição física de HDs pode ser considerada quando os discos rígidos não serão reutilizados ou quando as características da operação, as políticas internas da organização ou outros requisitos aplicáveis indicarem a inutilização física das mídias.
HDs retirados de desktops, workstations e outros equipamentos durante projetos de renovação tecnológica podem ser avaliados para destruição quando não houver previsão de reutilização das mídias.
Discos rígidos retirados de servidores e sistemas de armazenamento desativados podem conter informações corporativas e exigir tratamento antes da destinação dos equipamentos.
Discos com defeito, substituídos ou armazenados fora de uso ainda podem conter dados. Quando não serão reutilizados, a destruição física pode ser avaliada como parte de sua retirada definitiva de operação.
Projetos de fechamento de unidades, migração de infraestrutura ou desmobilização de ambientes de TI podem gerar lotes de HDs que precisam de tratamento e destinação.
Algumas organizações estabelecem critérios internos para o tratamento de mídias que armazenaram determinadas categorias de informações antes de sua destinação.
Em projetos de disposição de ativos de TI, a destruição física pode ser um dos tratamentos definidos para HDs que não seguirão para reutilização ou recuperação de valor.
Operações corporativas de destruição física de HDs podem incluir registros que permitam identificar as mídias tratadas e documentar as etapas realizadas. O nível de detalhamento é definido conforme o escopo contratado e as necessidades de controle da empresa.
Conforme o escopo da operação, os HDs podem ser relacionados por fabricante, modelo, número de série ou patrimônio, facilitando a identificação das mídias que compõem o lote.
A documentação pode registrar informações relacionadas ao procedimento realizado, às mídias processadas e às etapas previstas para a operação.
Quando previstas no serviço contratado, fotografias, vídeos ou outros registros podem complementar a documentação da destruição física dos HDs.
Empresas sujeitas a auditorias podem utilizar os registros da operação como evidências sobre o tratamento dado às mídias retiradas de uso, conforme os requisitos aplicáveis à organização.
A documentação pode ser estruturada considerando procedimentos internos definidos pela empresa para identificação, tratamento e retirada de mídias corporativas.
Quando existirem requisitos específicos de clientes, contratos ou programas de segurança, eles podem ser considerados na definição dos registros necessários para a operação.
Conforme o escopo contratado, a documentação pode incluir quantidade de mídias, fabricante, modelo, número de série, patrimônio, registros da execução, datas e informações relacionadas à destinação. Fotografias ou vídeos também podem ser previstos conforme as características da operação.
Excluir arquivos ou realizar uma formatação convencional não deve ser considerado automaticamente um procedimento adequado para o tratamento definitivo das informações armazenadas em um HD. Antes do descarte, reutilização ou retirada definitiva da mídia, é importante definir como os dados serão tratados.
A exclusão convencional de arquivos não deve ser confundida com um procedimento específico de sanitização ou destruição da mídia.
Uma formatação convencional não deve ser utilizada, por si só, como evidência de que as informações armazenadas receberam o tratamento definido pela organização.
Quando um HD sai de uso, a empresa pode avaliar o tratamento adequado conforme a condição da mídia, a possibilidade de reutilização e os requisitos definidos para a operação.
Quando existe possibilidade de reutilização do dispositivo, pode ser avaliada a sanitização de dados . Quando o HD não será reutilizado e a inutilização física for definida para a operação, pode ser adotada a destruição física da mídia.
A escolha do procedimento deve considerar as características do dispositivo e os requisitos aplicáveis à operação.
O serviço de destruição física de HDs é estruturado conforme a quantidade de mídias, localização, características do lote e necessidades da empresa. A operação pode envolver coleta, identificação dos discos rígidos, inutilização física e registros relacionados às etapas realizadas.
Os HDs são coletados ou recebidos conforme as condições definidas para a operação e as características do lote.
Conforme o escopo contratado, as mídias podem ser identificadas por fabricante, modelo, número de série ou patrimônio antes da execução do procedimento.
Os HDs definidos para destruição passam pelo procedimento de inutilização física, deixando de ser utilizáveis em sua função original.
Após a inutilização, são realizados os registros previstos para a operação e definida a destinação dos materiais resultantes conforme o escopo contratado.
O fluxo da operação é definido conforme o volume de HDs, localização, características das mídias e necessidades de controle da empresa.
Empresas podem acumular diferentes tipos de discos rígidos durante renovações de equipamentos, desativações de servidores e projetos de ITAD. A avaliação considera o tipo de mídia, quantidade, condição dos dispositivos e características da operação.
Discos rígidos utilizados em desktops, notebooks e outros equipamentos corporativos.
Mídias utilizadas principalmente em servidores e ambientes corporativos de armazenamento.
Discos retirados de servidores, storages e equipamentos desativados durante mudanças ou renovação de infraestrutura.
Discos externos corporativos retirados de uso e destinados à inutilização física.