1. Avaliação das mídias
A operação começa com informações sobre a quantidade, o tipo e a condição dos HDs e SSDs, além da localização dos equipamentos e da finalidade prevista para as mídias.
Dependendo da condição das mídias e dos requisitos definidos para a operação, a destruição física de HDs e SSDs pode fazer parte do processo de descarte. Veja abaixo um exemplo desse procedimento.
Conforme o escopo contratado, a operação pode incluir identificação das mídias, registros do processo e documentação relacionada à destinação dos HDs e SSDs.
HDs e SSDs podem continuar armazenando informações corporativas mesmo depois que arquivos são excluídos ou o equipamento deixa de ser utilizado. Por isso, antes da destinação das mídias, é importante avaliar o tratamento adequado dos dados conforme o tipo e a condição do dispositivo.
Excluir arquivos ou realizar uma formatação convencional não deve ser considerado automaticamente um procedimento adequado para o tratamento dos dados antes do descarte. O método deve considerar o tipo de mídia, sua condição e os requisitos definidos para a operação.
HDs, SSDs e outras mídias podem seguir caminhos diferentes. Dependendo do tipo e da condição do dispositivo, da finalidade posterior e dos requisitos da organização, pode ser avaliada a sanitização para reutilização ou a destruição física da mídia.
A identificação das mídias, os registros de movimentação e a documentação definida para a operação podem ajudar a empresa a manter evidências sobre o tratamento e a destinação dos dispositivos retirados de uso.
Mídias corporativas podem armazenar dados pessoais de clientes, funcionários, fornecedores e outros titulares. Por isso, o descarte desses dispositivos deve considerar os riscos relacionados à exposição das informações e às obrigações aplicáveis de proteção de dados, incluindo a LGPD.
Depois do tratamento definido para os dados, as mídias devem receber uma destinação compatível com sua condição e composição, contribuindo para a gestão responsável dos equipamentos e resíduos eletrônicos.
O descarte de HDs, SSDs e outras mídias corporativas começa pela identificação dos dispositivos e pela avaliação do tratamento adequado para os dados. A partir do escopo da operação, são definidas as etapas de coleta, tratamento das mídias, documentação e destinação.
A operação começa com informações sobre a quantidade, o tipo e a condição dos HDs e SSDs, além da localização dos equipamentos e da finalidade prevista para as mídias.
Conforme o escopo definido, é organizada a retirada das mídias no local indicado pela empresa para continuidade das etapas previstas na operação.
Os dispositivos podem ser identificados por informações como fabricante, modelo, número de série ou patrimônio, de acordo com os controles definidos para a operação.
Conforme o tipo e a condição da mídia, sua finalidade posterior e os requisitos definidos para a operação, pode ser avaliada a sanitização dos dados ou a destruição física da mídia.
Depois do tratamento definido para os dados, os HDs, SSDs e demais materiais seguem para a destinação prevista conforme sua condição e o escopo da operação.
Conforme o serviço contratado, a operação pode incluir inventário das mídias, identificação dos dispositivos e registros relacionados ao tratamento e à destinação.
Cada operação é avaliada conforme o tipo de mídia, quantidade, localização dos equipamentos, necessidade de tratamento dos dados e destinação prevista.
Avaliamos as características do lote para definir as etapas aplicáveis ao descarte dos HDs, SSDs e demais mídias corporativas.
O tratamento das mídias é definido conforme o tipo e a condição dos dispositivos, sua finalidade posterior e os requisitos estabelecidos para a operação.
Conforme o escopo contratado, HDs e SSDs podem ser identificados por fabricante, modelo, número de série ou patrimônio durante a operação.
Avaliamos operações de coleta e descarte de mídias para empresas em São Paulo e região, conforme localização, volume e características do projeto.
Após o tratamento definido para os dados, as mídias seguem para a destinação prevista conforme sua condição e o escopo da operação.
Conforme o serviço contratado, podem ser disponibilizados inventários, registros e documentos relacionados às etapas realizadas na operação.
Discos rígidos utilizados em desktops, workstations, DVRs e diferentes equipamentos corporativos.
Mídias encontradas principalmente em servidores, storages e infraestrutura corporativa.
Unidades de estado sólido utilizadas em notebooks, desktops e equipamentos empresariais.
Mídias de armazenamento utilizadas em notebooks, workstations, servidores e equipamentos mais recentes.
HDs e SSDs provenientes de servidores, arrays de armazenamento e infraestrutura de datacenter.
Outros dispositivos de armazenamento podem ser avaliados conforme tecnologia, quantidade, condição e necessidade da empresa.
Organizar o tratamento e a destinação das mídias ajuda a empresa a reduzir riscos relacionados aos dados, manter registros da operação e definir o destino adequado para equipamentos que saíram de uso.
O tratamento adequado dos dados antes da destinação das mídias ajuda a reduzir o risco de acesso não autorizado a informações corporativas armazenadas em HDs e SSDs.
Um processo definido para o descarte das mídias pode apoiar políticas internas de segurança da informação, proteção de dados e gestão dos ativos retirados de uso.
A identificação das mídias e os registros previstos no escopo da operação ajudam a empresa a acompanhar o tratamento e a destinação dos dispositivos retirados de seu ambiente.
Depois do tratamento definido para os dados, HDs e SSDs podem seguir para a destinação prevista conforme sua condição, composição e características da operação.
O descarte de HDs e SSDs corporativos não termina quando a mídia é retirada de uso. Antes da destinação, é importante avaliar os dados armazenados, a condição do dispositivo e a finalidade prevista para definir o tratamento adequado.
Depois do tratamento definido para os dados, as mídias seguem para a destinação prevista conforme sua condição, composição e características da operação, com registros e documentação conforme o escopo contratado.
Dessa forma, a empresa pode definir o destino dos HDs e SSDs fora de uso considerando a proteção das informações, a possibilidade de reutilização das mídias e a destinação prevista para os dispositivos.
Após a coleta, os HDs e SSDs corporativos podem passar por etapas de identificação, registro, avaliação, tratamento dos dados e destinação, conforme o escopo definido para a operação.
Os HDs, SSDs e demais mídias são retirados no local definido pela empresa conforme as condições estabelecidas para a operação.
Conforme o escopo contratado, as mídias podem ser identificadas por informações como fabricante, modelo, número de série ou patrimônio, facilitando o controle do lote.
O tipo de mídia, sua condição, a possibilidade de reutilização e os requisitos definidos para a operação são considerados antes da escolha do tratamento e da destinação.
Dependendo da finalidade da mídia, pode ser avaliada a sanitização de dados para reutilização ou a destruição física quando a inutilização do dispositivo for definida.
Após o tratamento definido para os dados, os dispositivos e materiais seguem para a destinação prevista conforme sua condição, composição e características da operação.
Conforme o serviço contratado, podem ser disponibilizados inventários, registros e documentos relacionados às etapas realizadas e à destinação das mídias.
As etapas são definidas conforme as características do lote e as necessidades da empresa, permitindo estruturar o descarte de HDs e SSDs com controle sobre os dados e sobre a destinação dos dispositivos.
Tire dúvidas sobre descarte de HDs e SSDs corporativos, tratamento dos dados, destruição física, sanitização, coleta e destinação das mídias.